jornalA experiência em análises clínicas levou Susana Matias, do laboratório Artlabos, associado da REDELAB, ao Laboratório Anti-Doping dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, em Londres. A jovem de 28 anos, que em Portugal exerce a função de técnica superior de saúde e responsável da qualidade do único Laboratório de análises clínicas existente entre Tavira e Vila Real de Santo António, colaborou, assim, com uma das mais prestigiadas instituições europeias de ensino e investigação na área da saúde, o King´s College, entidade responsável pelo laboratório anti-doping, em parceria com o Comité Organizador dos Jogos.

A portuguesa juntou-se a uma equipa de aproximadamente 1000 pessoas, das quais 150 cientistas anti-doping, que durante 24 horas por dia, sete dias por semana, processaram mais de 6000 amostras. Para Susana Matias foi uma experiência “muito gratificante poder trabalhar com pessoas muito qualificadas e ter acesso a tecnologia altamente inovadora” no laboratório que foi patrocinado pela farmacêutica britânica Glaxo Smith Kline.

Formada em Biologia Celular e Molecular, no regresso a Portugal, Susana Matias, volta a dedicar-se ao laboratório onde trabalha. Entre outros projetos, destaca-se a abertura de novos postos de colheita em Vila Real de Santo António, na Clínica Cidade Real, e em Tavira, na Clínica Rádis.